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Lucas S Santana, Analista de Recursos Humanos
Lucas S Santana
Comentário · ano passado
Que bom que foi acordado, as assinaturas representam ganho considerável para o tema, próximos passos nesse sentido devem continuar a ser dados.

As nações unidas sabem muito bem que há uma terrível bolha inflando que em algum momento irá estourar causando grandes problemas para as gerações futuras, que nos acusará de negligentes e irresponsáveis, caso não seja feito algo muito eficiente e eficaz agora.

Proposta para a crise ambiental de resíduos no "mundo":
A utilização dos recursos naturais segue irresponsavelmente em regra de maneira linear, conforme explicado no filme "A História das coisas".
O princípio de solução que deve ser estabelecido pela ordem mundial (ONU) tem que ser o princípio circular, proposto também como solução no referido filme.
Proponho o sistema circular reverso dos resíduos sólidos, exemplo: O fabricante de sapatos adquire cola, as latas de cola vazias seriam devolvidas na loja em que adquiriu, a loja por sua vez devolve ao seu distribuidor, o distribuidor devolve para a fabrica de cola, a fábrica de cola devolve para o fabricante de latas, o fabricante de latas recicla a lata e a reutiliza; o transporte desses resíduos seguiria o mesmo curso, de maneira inversa, facilitada pelos mesmos meios de transporte. Para implantação desse sistema deve ser concedido incentivos fiscais ao fabricante de latas na atividade de reciclagens e desestimulação fiscal nas atividades de exploração de recursos naturais passiveis à reciclagem, afim de forçar pelas leis da economia a vantagem econômica na reciclagem e a desvantagem na exploração de recursos naturais.
O exemplo das latas de colas cabe muito bem para milhares de outros produtos.
A Ordem mundial deve encontrar meios de empurrar o sistema de produção para a correnteza da reutilização, dentro dessa correnteza a própria lei da vantagem econômica estabelecerá os detalhes e fará a pessoas desejarem o sistema circular sustentável.
Bemildo Ferreira
Bemildo Ferreira
Comentário · há 8 meses
À parte um "mais" usado como conjunção adversativa, tenho dúvida apenas no papel da Classe Média como expresso na frase "a classe média burguesa é quem faz o papel da classe operária na época de Marx". Se é burguesa é porque, por definição de burguesia, detém os meios de produção: você quer dizer pequenos e médios industriais e agricultores? Ora, os operários brasileiros não desapareceram. Eles ainda existem, bem como os prestadores de serviços, os profissionais liberais, os trabalhadores autônomos, os que estão à margem do trabalho formal mas auferem renda etc e que, grosso modo, perfazem a classe média.

A Classe Média que eu conheço é cliente-mor de produtos e serviços fundamentais que o Estado provê mal e foram buscar melhor padrão na iniciativa privada. Então você tem as as creches particulares, as escolas privadas, os condomínios horizontais e verticais com saneamento básico, segurança particular, centros de compras em bairros privilegiados ou outlets no exterior, transporte particular, não raro são blindados, ampla mobilidade aérea, lazer específico, Plano de Saúde complementar, no mínimo.

Eu até arriscaria dizer que essa Classe Média teria mais proximidade com a etnia caucasiana. Sugiro você ir em julho aos aeroportos internacionais verificar o perfil físico dos filhos dessa Classe Média que saem coletivamente de férias com monitores das escolas particulares e me diga depois o que encontrou.

É uma Classe Média ironizada pelo programa Zorra Total com o personagem Lady Kate (em inglês!!!) e o seu bordão "eu tô pagando!!" e que representa exatamente a complacência das pessoas reais membros dessa classe social que vivem a exigir retorno dos impostos que pagam, como se numa Democracia em (eterna) construção só pagar impostos bastasse. Ou seja, não precisa acompanhar os detentores de cargos públicos, exigir transparência pública, vigiar de perto suas ações, supervisionar remotamente projetos e gastos públicos, participar mais ativamente da vida política do país: basta pagar impostos.

É uma Classe Média que se refugiou nos seus "guetos de felicidade" dos serviços privatizados que mencionei acima, e que deixou que se deteriorasse os que o Estado tem por obrigação constitucional de oferecer, Repentinamente, se deram conta disso e crêem, ainda sob o efeito dos ares do "gueto", que não têm responsabilidade nenhuma quanto a isso e que é o "povo sem escolaridade" e "nordestinos" que votam mal.

Essa Classe Média não faz o papel do operário na época do Marx em hipótese alguma, sinto muito. Mas é apenas minha opinião.

De resto, gostei do seu artigo. Parabéns.
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